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A restauração de recifes de corais é um processo pelo qual as principais espécies formadoras de habitat são restabelecidas em ecossistemas de corais ameaçados para ajudá-los a se recuperar de declínios severos. No entanto, resultados alternativos possíveis podem resultar do plantio de fragmentos de coral individualmente ou em agregações maiores. Tem sido sugerido que plantas externas dentro de agregações podem sofrer interações negativas com vizinhos (por exemplo, competição por espaço) ou podem se beneficiar de tais interações (por exemplo, perturbações de ondas tampão). Dados esses possíveis resultados contrastantes, são necessários experimentos para determinar como a configuração espacial e a densidade afetam o sucesso das espécies plantadas. Este estudo avalia se os fragmentos de coral devem ser implantados individualmente ou em agregações maiores, testando experimentalmente como a densidade de agregação influenciou o crescimento inicial do coral ao longo de 3 meses. O estudo foi realizado em um recife degradado em St. Croix, Ilhas Virgens Americanas, usando plantas externas do coral chifre de veado criticamente ameaçado Acropora cervicornis.

Os resultados mostraram que o crescimento do coral diminuiu em função do tamanho da agregação. Além disso, as fábricas externas dentro de agregações maiores tinham, em média, menos filiais secundárias e mais curtas. Esses resultados indicam competição horizontal por espaço, sugerindo que um amplo espaçamento de indivíduos maximizará o crescimento inicial de corais ramificados implantados. Os pesquisadores sugerem considerações explícitas de arranjo espacial externo e densidade em projetos de restauração de recifes de corais em andamento e futuros.

Autor: Griffin, JN, EC Schrack, K.-A. Lewis, IB Baums, N. Soomdat e BR Silliman
Ano: 2015
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Email para o artigo completo: resiliência@tnc.org

Ecologia da Restauração. doi: 10.1111/rec.12173