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Este estudo explora a eficácia, ou a falta dela, das reservas de exclusão para reduzir efetivamente a doença e a perda de corais, identificando a poluição terrestre, particularmente os nutrientes, como uma causa persistente de deterioração dos corais, desde a fecundidade até a doença. No Caribe mexicano, as áreas marinhas protegidas (MPAs) são uma ferramenta de gestão para abordar o impacto do desenvolvimento costeiro nos recifes, mas a eficácia não é bem compreendida. Este estudo considera como várias estratégias de gestão podem impactar os recifes de corais. Os resultados deste estudo estão alinhados com os outros estudos que mostram que as AMPs sozinhas não podem proteger os recifes da poluição. Normalmente, a cobertura de corais e a sobrevivência são maiores em áreas protegidas, o que é apoiado pelas descobertas de que o tamanho da AMP e o tempo de proteção estão relacionados ao aumento da cobertura de corais. Embora as áreas de AMPs estejam aumentando em área, a poluição terrestre associada ao desenvolvimento costeiro compromete sua eficácia. Este estudo levanta a hipótese de que o desenvolvimento contínuo levará à redução da cobertura de coral, apesar das MPAs e outras proteções. O documento pede uma abordagem de gestão integrada para as áreas costeiras, incluindo melhor tratamento de águas residuais, para apoiar a capacidade das AMPs de proteger e sustentar os recifes de corais.

Autores: Suchley, A. e L. Alvarez-Filip
Ano: 2018
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Cartas de Conservação 11:5. doi:10.1111/conl.12571