Áreas Marinhas Protegidas
As áreas marinhas protegidas (MPAs) são uma ferramenta de gestão crítica para apoiar a resiliência dos recifes, abordando ameaças locais.
A MPA é definida como um "espaço geográfico claramente definido, reconhecido, dedicado e administrado por meios legais ou outros meios eficazes, para alcançar a conservação de longo prazo da natureza com serviços de ecossistema associados e valores culturais". ref
Existem diferentes tipos de AMPs, desde aquelas protegidas de todos os usos extrativistas e destrutivos (também chamadas de "zonas proibidas" ou "reservas marinhas"), até aquelas que permitem usos múltiplos (por exemplo, turismo, pesca recreativa, pesquisar). O nível de proteção também pode variar temporalmente, com a restrição de certos usos apenas aplicada em certas épocas do ano (por exemplo, uma época de desova dos peixes).

Estrela do mar em um leito de ervas marinhas protegidas em Cuba. Foto © Ian Shive
As MPAs podem ajudar a:
- Gerenciar a sobrepesca ou extração de organismos-chave de recife, como herbívoros
- Apoiar o controle de ameaças, como aquelas associadas ao turismo e navegação, apoiando assim a saúde dos corais e tornando os corais mais capazes de lidar com os impactos das mudanças climáticas
Veja o Curso online de introdução à gestão de recifes de corais Lição 3: Estratégias de Gestão para Resiliência, com informações sobre as Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) como uma ferramenta de gestão essencial para apoiar a resiliência dos recifes.